Finanças Pessoais: Serviços e tarifas bancarias

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Em finanças pessoais existem várias pontos que devem ser percebidos pelo consumidor. Um deles é ficar atento às tarifas cobradas pelas instituições financeiras.

As tarifas bancárias utilizadas pelas instituições bancárias foram padronizadas no ano de 2008, por meio da Resolução nº 3.518 do Conselho Monetário Nacional – CMN.

Dessa forma, os bancos são obrigados a deixar claro aos consumidores todos os serviços cobrados, além de oferecerem pacotes que contenham os chamados serviços essenciais.

O consumidor ainda deve estar atento sobre seus direitos no momento de mudar de pacote de serviços no banco, para não pagar um valor que esteja fora do seu perfil financeiro.

Atualmente, existem várias tarifas que são praticadas pelas instituições financeiras e NÃO devem ser tarifadas. Abaixo uma relação delas:

1) relativamente à conta corrente de depósito à vista:

2) fornecimento de cartão com função débito;

3) fornecimento de segunda via do cartão de débito, exceto nos casos decorrentes de perda, roubo, furto, danificação e outros motivos não imputáveis à instituição emitente;

4) realização de até quatro saques, por mês, em guichê de caixa, inclusive por meio de cheque ou de cheque avulso, ou em terminal de autoatendimento;

5) realização de até duas transferências de recursos entre contas na própria instituição, por mês, em guichê de caixa, em terminal de autoatendimento e/ou pela internet;

4) fornecimento de até dois extratos, por mês, contendo a movimentação dos últimos 30 dias por meio de guichê de caixa e/ou terminal de autoatendimento;

5) realização de consultas mediante utilização da internet;

6) fornecimento, até 28 de fevereiro de cada ano, do extrato consolidado, discriminando, mês a mês, os valores cobrados no ano anterior relativos a tarifas;

7) compensação de cheques;

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8) fornecimento de até dez folhas de cheques por mês, desde que o cliente reúna os requisitos necessários à utilização de cheques, conforme a regulamentação em vigor e condições pactuadas;

9) prestação de qualquer serviço por meios eletrônicos, no caso de contas cujos contratos prevejam utilizar exclusivamente meios eletrônicos.

10) relativamente à conta de depósito de poupança;

11) fornecimento de cartão com função movimentação;

12) fornecimento de segunda via do cartão, exceto nos casos de pedidos de reposição formulados pelo correntista, decorrentes de perda, roubo, furto, danificação e outros motivos não imputáveis à instituição emitente;

13) realização de até dois saques, por mês, em guichê de caixa ou em terminal de autoatendimento;

14) realização de até duas transferências, por mês, para conta de depósitos de mesma titularidade;

15) fornecimento de até dois extratos, por mês, contendo a movimentação dos últimos trinta dias;

16) realização de consultas mediante utilização da internet;

17) fornecimento, até 28 de fevereiro de cada ano, do extrato consolidado, discriminando, mês a mês, os valores cobrados no ano anterior relativos a tarifas; e

18) prestação de qualquer serviço por meios eletrônicos, no caso de contas cujos contratos prevejam utilizar exclusivamente meios eletrônicos.

Para ver uma lista completa dos serviços essenciais e os que os bancos podem cobrar consulte o site do banco central

De acordo com a regulamentação do BC, no caso de aumento das tarifas, os bancos devem comunicar ao consumidor com, no mínimo, 30 dias de antecedência.

A regulamentação também estabelece que os saques em terminais de autoatendimento em um intervalo de até 30 minutos deve ser considerado como uma só operação.

Resumindo: No mundo de finanças pessoais todo cuidado é pouco no sentido de manter suas contas em dia e sempre no azul. A negligência com quaisquer contas que você pague, pode resultar em um descontrole financeiro e consequentemente prejuízos para você. Por tanto, olho atento para as tarifas bancárias.

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